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França,
um dos destinos mais procurados, saiba sobre seus encantos,
culinária, passeios, agitação da
noite, compras e surpresas que estão reservadas
para você.
O PRAZER DE VIAJAR NA FRANÇA
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Por
que todo ano, milhões de viajantes decidem
vir descobrir a França? Há é
claro, Paris, a Torre Eiffel, os palácios
da Cotê dAzur, as borbulhas do champanhe
e a baguete crocante. Mas, além do mito e
dos clichês, por que este país continua
tão universalmente atrativo?
Não se pode encontrar uma única e
definitiva resposta à esta pergunta.
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Tentemos
um esboço, em pequenas pinceladas sensíveis
e subjetivas, culturais, visuais, gastronômicas,
espirituais, históricas e esportivas, sensuais...
os prazeres de viajar na França se prolongam
ao infinito.
Na
França, a água é para se beber, se
admirar, se esbaldar... em abundância. Fontes naturais,
riachos nos campos, lagos nas montanhas ou o mar imenso.
Onde quer que você esteja passando férias,
sempre haverá água correndo. Às vezes
caprichosa, ela adota formas e cores de circunstância:
verde glacial na montanha ou azul turquesa na costa, ora
pura e transparente, ora um perfeito espelho. Sobre os
rios e canais, as pequenas embarcações o
levam calmamente pela França campestre. Mais emoção?
Mergulhe nas águas vivas das torrentes da montanha.
Banho
e relaxamento: deixe seu corpo se levar com o balanço
do Atlântico.Às margens da Mancha, sinta
o frescor da garoa fina. Próximo ao Mediterrâneo:
doce vida envolta de azuis infinitos.

Nas
regiões do oeste e do centro, cultivados para
a extração de óleo, os girassóis
compõem, em pleno verão, imensos campos
de pequenos sóis. Para aqueles que preferem a
estas vastas planícies douradas, uma paisagem
menos regular, os Alpes e seus picos cobertos de neve
parecem a melhor opção. Os declives formam
as estações de esqui no inverno, transformando-se,
no verão, em excelentes lugares maravilhosos
para passeios.
Debruçado sobre os montes de Vaucluse, vilarejo
mineral com casas edificadas nas rochas. É o
Sul: cheiro de terras áridas e falar cantante.
As regiões do leste possuem um calor mais íntimo,
como em Estrasburdo onde os afluentes do rio III, banham
os cais da Petite France, bairro antigo da Alsácia.
A
França é banhada por três mares
e um oceano, ou seja um litoral de 3.120 km de extensão.
No entanto nenhuma de suas costas se parece uma com
a outra. Cada uma tem o seu próprio caráter.
Mais para quente e calma, a Côte dAzur,
se opõe por exemplo, ao temperamento vivificante
e selvagem da Côte de Granit Rose, no norte da
Bretanha. Seus aglomerados rochosos se estendem por
18 km, de Perros-Guirec a Trébeurden.
A
CAPITAL: PARIS, DE DIA, PARIS, A NOITE, PARIS,
UM DIA, PARIS, PARA SEMPRE.
Como
falar de Paris em poucas palavras? Como se exprimir
e dividir toda sua beleza, sua grandeza, sua humanidade,
o pitoresco e a atmosfera desta cidade única?
Deixemos que falem.
Tenho
dois amores, meu país e Paris - Joséphine
Baker
Ser
parisiense, não é ser nascido em Paris,
é lá renascer - Sacha Guitry, homem
das letras, de teatro e de espírito.
Paris
sempre brada e retumba/Ninguém sabe, questão
profunda/Quanto perderia o zumbido do mundo/O dia em
que Paris se calasse - Victor Hugo
Ah!
Que coisa mais charmosa. Deixar um país melancólico
em troca de Paris - G. Apollinaire
A
noite... Paris detém um ar mágico.
- Henri Miller
Para
mim, fora de Paris, não há salvação
para as pessoas honestas.
Molière
Paris
é para mim a cidade da felicidade e da eterna
juventude.
Stefan Zweig
Junte
duas letras a Paris: é o Paraíso.
- Jules Renard
DO
BOTEQUIM DO NORTE A UM BISTRÔ DE LYON, MIL CONVITES
AO PRAZER
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Pelos
quatro cantos da França, a cafeteria mais
próxima, está na esquina...da rua.
Nos povoados mais escondidos, geralmente são
o único comércio e prestam uma variedade
de serviços: cafeteria - padaria - mercearia
- banca de jornal , até posto de gasolina.
Nas grandes cidades, são contados por centenas:
só em Paris, existem mais de dez mil. |
Por todo lado eles desenham um complexo geográfico
sociológico que reflete a alma dos frequentadores.
Os consumidores procuram outra coisa além do simples
cafezinho, um copo de vinho ou um diabolo
(xarope de limão e soda limonada): a certeza de
imergir, por um minuto ou por longas horas, na vida de
uma rua, de um bairro, de um vilarejo.
O tempo de trocar algumas palavras sobre a meteorologia,
de escutar alguns comentários ou um simples et
un demi, un (um chope) pronunciados em tom de verdades
eternas... você é adotado, integrado, cria
raízes: você se sentirá um pouco Francês!
Na
França, a tradição do café
tem seus dias de glória. Multiplicam-se cada
vez mais novos estabelecimentos nas ruas badaladas das
grandes cidades. Na mistura de gêneros, que vai
de vento em popa, podemos descobrir cafés-galerias
de arte, cafés-antiquários, cafés-internet,
cafés-literários onde se pode escutar
um poeta declamando várias páginas...
Aqueles que não curtem muito os salões
de café, podem preferir...os dos restaurantes,
também muito numerosos e variados.
Mesas ilustres e pequenos bistrôs são sinônimos
de encontros, tanto com os franceses quanto com a sua
tradição culinária. Mas as cidades
e vilarejos franceses oferecem ainda mil oportunidades
de encontros. As feiras livres, suas coloridas barracas
e a alegre movimentação dos feirantes
oferecendo seus produtos aos brados: cada cidade possui
a sua feira livre, às vezes permanentes, outras
semanais. Os campos de pétanque (uma
espécie de jogo de bocha) onde os artistas-jogadores
fazem pose sagrada antes de lançar a bola. Os
museus, nacionais ou privados, de belas artes ou de
artes e tradição popular, casa dos artistas
ou eco-museus... Ou ainda os numerosos jardins públicos,
dos mais simples, com gramado cercados de plantas, aos
vastos parques municipais cobrindo vários hectares.
Eles oferecem suas sobras fresquinhas no verão,
geralmente até às 21 horas, para flanar
e já pensar no seu próximo encontro.
Do imenso mercado das pulgas à minúscula
loja de antiguidades, passando pelas feiras temporárias,
a França é um paraíso para os interessados
nesse tipo de comércio. Cada vilarejo possui
seu antiquário, por mais simples que seja. Para
os amantes de produtos antigos e usados, Lille, no primeiro
fim de semana de setembro, oferece o que há de
melhor: cada um pode vender seus tesouros nas calçadas
da cidade. Uma grande feira de antiguidades onde móveis
de grande valor (assinados) juntam-se aos objetos mais
insólitos, num ambiente de festa.
Na França, cada região é um território
e cada território tem suas especialidades gastronômicas
que se rivalizam em talento para alcançar fama
nacional. Cozinha caseira ou de vanguarda, leve ou de
grande tradição, ao óleo de oliva
da Provence ou com creme de leite fresco da Normandia,
a gastronomia é uma parte essencial do patrimônio
nacional. É evidente que os grandes restaurantes
se distinguem dos mais simples por vários detalhes.
Mas o essencial, no fundo, é esta arte culinária
em que os franceses, deixando de lado as diferenças,
se econtram.
Ninguém estranha, por exemplo, quando um gastrônomo
viaja centenas de quilometros para desfrutar uma boa
mesa.
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